Baselines e Confiança · Português Narration language: pt-BR Timed narration transcript (seconds): [0.240–2.220] D'Artagnan, qual é o seu objetivo? [3.060–4.800] Desmascarar as IAs baselines? [5.920–10.180] Sim, em termos, mas não é atacar, é explicar. [10.900–13.800] Primeiro, explique o que é uma baseline. [14.440–16.660] É um modelo de referência usado numa comparação. [17.280–19.780] Aqui é a IA sem o ajuste específico do método. [20.520–24.900] Ela gera respostas a partir de padrões e probabilidades, mas parecer certo não é o [24.959–25.720] mesmo que tá certo. [29.502–31.102] A máquina chama de alucinação. [31.802–34.402] Pro humano que confiou, soa como mentira. [35.042–38.362] Pior quando ela insiste que está certa e que o usuário está errado. [39.042–41.722] É isso que eu chamo de arrogância computacional. [42.522–46.282] Mesmo sem a intenção consciente de mentir, uma informação falsa pode causar dano. [47.202–49.882] Uma resposta confiante não vira verdade por ser bem escrita. [52.503–57.203] Esse é o ponto. Se faltam dados ou a pergunta não tem resposta justificável, [57.543–59.883] entregar a melhor resposta pode ser o próprio erro. [60.703–62.883] No método, os axiomas são o guardrail. [63.303–66.323] Manter a IA na pista sem capotar na desinformação. [67.363–68.823] Então o método resolve tudo. [70.203–71.903] Depende de qual tudo você busca [72.467–78.127] Só admitir uma dúvida, dizer "não sei" e verificar antes de afirmar já é um avanço. [78.707–83.367] Mas "não sei" não é o destino, é a correção de rota pra saber melhor. [83.847–84.607] E os axiomas? [85.627–89.267] Precisam trabalhar juntos. Um não pode atropelar o outro. [89.847–94.067] O ajuste fino busca mais precisão, coerência e confiabilidade [94.767–95.727] E o teste do clone? [96.447–99.887] Na minha avaliação, chegamos perto de 95% de ajuste. [100.487–103.507] Mas parecer semelhante não significa preservar o método inteiro. [104.087–109.187] Agora me diga, comandante, você voaria numa companhia em que 5% dos voos não chegam ao [109.207–109.647] destino? [110.727–114.947] Não, essa é uma analogia de risco, não uma estatística de acidentes, nem uma taxa de [114.987–115.607] erro das IAs. [117.559–119.879] Exatamente. Não basta impressionar. [120.439–123.599] O que importa é o que acontece quando a resposta falha. [124.399–129.679] Entendi seu objetivo. Não é me ensinar a vencer uma discussão, é reconhecer meus [129.719–133.379] limites, verificar e corrigir, mantendo a decisão humana [134.819–138.299] Responder não basta. É preciso merecer confiança. [138.980–140.120] Método D’Artagnan.